quinta-feira, 21 de agosto de 2014

TEXTO DO LIVRO LAÇO DO DESTINO


 
Amados irmãos, companheiros de fé em Jesus, consagremos o auxílio aos nossos irmãos esquecidos nas adversidades, e vistos como varreduras da sociedade.

Oremos pelos nossos irmãos que nem mesmo a falta do pão, limpou de seus corações a fé fervorosa na Providência Divinal.

Oremos pelos governantes dos países, para que se conscientize que o homem necessita do trabalho honrado para prover com dignidade o sustento do lar.

 As migalhas dos Grandes, queridos irmãos, é abundância na mesa do pobre que, pelo trabalho exaustivo, enriquecem o caixa dos Poderosos.

Devemos servir a Deus, consagrando-nos ao crescimento próprio e ao auxílio os que as aflições do coração, arrancam-lhes dos olhos lágrimas de tristeza pelo jejum diário pela falta do pão.

Oremos amados irmãos, pelas crianças que sofrem toda sorte de exploração, para que se tornem dignos das bênçãos da compaixão, para que no futuro sejam servos humildes do Senhor, e ao longo de suas prodigiosas caminhadas possam assinalar com a prática de ações benévolas o caminho do bem.

Agradeçam a Deus pela dádiva sublime da vida no berço sagrado das experiências mundanas, e pela abundância de dias que lhes foram concedidos no corpo físico sob a proteção dos Mensageiros da Luz, para que não se desvencilhem do caminho reto que Deus traçou para nós.

Desejo a todos uma caminhada suave sob a luz protetora do Eterno Mestre Jesus.
 
 TEXTO DO LIVRO LAÇO DO DESTINO - ROZALIA P. NAKAHARA
Não use o trabalho alheio para adaptação de textos. Respeite os direitos autorais.

 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

EM MOMENTOS DIFICEIS


Quando você se observe à beira da impaciência, capaz de arrojar-lhe o coração ao espinheiro da angústia, conte as vantagens de que dispõe, de modo a imunizar-se contra o assalto das trevas.
Desentendimento em família...
Recorde aqueles que desejariam encontrar alguém, até mesmo para simples discussão, na soledade crônica em que se identificam.
Amigos que se afastam...
Reflita na provação daqueles que nunca os tiveram.
Agressões...
Pense no cérebro equilibrado de que você está munido para agir em apoio aos companheiros doentes da alma.
Criaturas queridas em problemas graves do sentimento...
Medite na sua tranquilidade e segurança, pelas quais, por enquanto, consegue permanecer livre de obsessões.
Tarefas em sobrecarga, compelindo você a desânimo e cansaço...
Gaste alguns momentos, examinando a luta dos irmãos sem qualquer possibilidade de emprego na garantia da própria sustentação.
Aborrecimentos...
Avalie a importância de algumas frases de reconforto que você pode levar a companheiros enfermos ou compreensivelmente abatidos pelo sofrimento que os subjuga.
Lar em desajuste...
Um olhar para os irmãos que caminham sem teto.

Some as bênçãos de sua vida e vacine-se contra o desespero, porque o desespero é um vulcão de fogo e sombra, cuja extensão nos domínios do desequilíbrio e da morte ninguém pode calcular.

Do Livro: Aulas da Vida Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Espírito: André Luiz

PRECE DO AMANHECER


Senhor, no silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-te saúde, força, paz e sabedoria.
Agradeço de coração a maravilhosa noite de descanço, o qual meu corpo foi velado pelos seus olhos.

Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente.

E que durante o dia eu possa perdoar e ser perdoado pelos erros, pois somos fracos e pecadores.
Ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vês, e assim não ver senão o bem em cada um.

Cerra meus ouvidos a toda calunia, guarda minha língua de toda a maldade, que só de benção se encha meu espírito, que eu seja tão bondoso e alegre que todos quanto se achegarem a mim sintam a tua presença.

Senhor, reveste-me de tua beleza, reveste-me de benevolência e que no decurso deste dia eu te revele a todos.

Amém

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A PRECE



A prece é a flor que vive no mistério,
Que geme sob a folha e sorri ai passante,
Que liberta seus tesouros à brisa leve,
Ao ar frasco da manhã, aos raios do dia nascente.

É o fraco luzir tremente na morte sombria
Que distrai o doente esperando o sono,
Que trespassa o torrão, que se esconde na sombra,
E vem alegrar o acordar do prisioneiro.

É um perfume sutil cujo hálito embalsamado
Toca, agarra, penetra e dilata nossos sentidos,
Em nossos templos sagrados, é a branca fumaça
Que sobe aos céus quando se acende o incenso.
 
Fonte de água viva e pura ela irriga a terra
Onde nasce a Caridade, onde reina o mistério,
Onde desce o Cristo, onde se estabelece sua lei.
 
Amando, nós oremos. Na manhã de sua vida,
No primeiro beijo, a criança parece rezar.
Sua prece é o amor. Ela é pura e bendita.
Ela traz a alegria e a paz ao lar.

Sofrendo nós oramos. A pobre mãe em lágrimas
Que pede ao túmulo a esperança de seus velhos anos:
Sua filha que não mais existe, oferece a Deus seus temores
Com prece. Holocausto igual aos seus tormentos.

Dando nós oramos. A caridade que dá
Ao lar negro e frio, onde vem se assentar a fome,
Vai chorar e pedir a Deus que perdoe
Àquele que a envia ao lar abandonado, sem pão.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

DEVANEIO


A morte, a noite dos tempos, fantasia insaciável
Que o homem vê sempre diante de si ameaçante,
 É o fim da viagem quando a alma imperecível
Se depara a comtemplar um horizonte nascente.

Esse horizonte novo que tem por marco o espaço,
Que começa onde termina a terra em seus tristes bordos,
É o retiro onde Deus lhe reserva o seu lugar
Quando ela acaba a tarefa e abandona o corpo.

Então, revê-se ela no seu lar, tão solitária,
Quando amigos em pranto lhe dizem adeus.
Parece que, partindo, ela perambula ao redor dos seus
Para lhes mostrar um ponto iluminado nos céus.

É o fim eternal que está marcado por Deus mesmo,
Onde o homem lê estas palavras: “Deves morrer”.
 Parada terrível que faz vomitar a blasfêmia
 Àqueles que souberam crer, amar e sofrer.
Um Espírito
Não use o trabalho alheio para adaptação de textos.

domingo, 20 de julho de 2014

SOMBRA DA VIDA


A terra guarda a poeira de nossas muitas existências que precederam. Quando a vida findar, na vizinhança do túmulo, não nos deparamos com nossos pais nem com nossos irmãos, nem com amigos de infância, mas sim, com a Consciência de nós mesmos. Sentimos com amargura que o vaso físico já repousa em cova profunda. Olhamos ao redor de nós e nada vemos, apenas ouve-se um ruído súbito, quando o vento ruge tempestuoso rompendo o véu do silêncio. O temor visita-nos tantas vezes, que nos raros e quase apagados vestígios de clareza, a lembrança de quando abdicamos da boa conduta, arraiga-se-nos as vísceras.
Nas veredas sombrias, o temor é o princípio do entendimento, todavia a falta de compreensão dispensa a sabedoria e as instruções dos bem-aventurados incumbidos de desvencilhar das veredas da expiação crucial àquele que não abriu os ouvidos às palavras do conhecimento.
A sabedoria adoça-nos a alma, todavia sem o estímulo dos mais evoluídos, os que cultivam a ignorância, o lume de a esperança se apagará e o enfado e a tristeza do coração, só tende a aumentar.
No templo carnal, negando-se a alegria, regaram seus dias com amargura porque seus corações não tiveram outra ocupação senão alimentar sentimentos impuros. Acreditaram no total esquecimento da vida terrena. No além-túmulo, ao deparar-se com a memória do passado, enlutados com a lembrança não percebem que o dia da morte por mais doloroso que lhes pareça, foi melhor do que o dia do renascimento na carne. Pelo olho pálido da consciência, assistem suas chegadas a vida corpórea. Sem nenhuma lembrança dos caminhos percorridos anteriormente, iniciam suas largas caminhadas em direção à morte, sem o conhecimento das existências findadas anteriormente.
 
O passado é uma valiosa herança que deixamos para nós mesmos, seja ele irrigado de alegria ou de tristeza, na morte, somos herdeiros das nossas próprias experiências. Coloridas pelo bem ou obscurecidas pela falta de entendimento, é um tesouro que adquirimos ao longo da extensa estrada do aprendizado.
 
Cada existência é uma dádiva divina; o incentivo necessário para a abençoada trajetória evolutiva do Espírito no santuário da carne.

Cumprir sobre a terra o destino do corpo, não deixa de ser uma prova terrível para o Espírito reencarnante. Com o pavio da memória da existência anterior apagado deixa se corromper pelo exclusivismo.

Sucumbido pelos falsos prazeres que a vida terrena nos oferece, esqueceu a prudência, e mantiveram os olhos bem abertos para a cobiça, e o coração fechado para o entendimento.  Ao invés de escolher a estrada margeada pelas flores, iniciou a marcha pela vereda de urtigas. Quando o corpo descer a cova, pelas brechas da aflição, flechas amargas da impureza arrancar-lhe-ão dos olhos lágrimas.

Consternado, conscientizar-se de que o esquecimento não lhe foi eterno. Cheio de culpa, apiedando-se de si próprio, se entrelaça aos braços impiedosos do passado.

Quem semear espinheiro de ódio não espera colher flores abluídas com amor. A sementeira do bem, não dará frutos venenosos. O virtuoso acolherá o bem, mas o que fere com a espada da maldade, será asilado em trevas até que o arrependimento faça escorrer-lhe no rosto torrentes de lágrimas.

Cada passagem pela Terra é uma etapa evolutiva. O Espírito motivado pelo Processo evolutivo desceu a Terra para cumprir na carne as provas que lhe foram designadas. Retornar à Pátria Espiritual com a “bagagem” escassa de conhecimento, imediatamente começará a trabalhar a possibilidade de um novo recomeço na matéria para reparação das suas falhas.

Da árvore do conhecimento, colhe-se sabedoria, todavia da árvore da ignorância colhe-se imperfeição regada de inquietação que lhes consumirás as forças.

 Sem se aperceber da situação dolorosa em que se acha, permanece entrelaçado aos braços da ignorância, sujeito a influencia das trevas. Confinado ao berço dos defeitos morais, se mantêm distanciados dos Espíritos benévolos dispostos a lhe ensinar o bem, semeando-lhe o coração com sementes gloriosas do amor irrigadas pelo orvalho da compaixão.

Além dos cubículos trevosos da imperfeição, resplandece a luz do conhecimento, intensa e bela, todavia exige de nós alinhado aprimoramento para a travessia da porta de acesso as claridades da sublimação. No seio acolhedor dos abnegados irmãos de vida eterna, as oportunidades benéficas surgem como luz de entendimento.
Texto do Livro Degraus da Vida- Rozalia P. Nakahara

DORES DA ALMA


As dores da alma não deixam recados, imprimem uma sentença que perdura pelos anos.
Um amor que acabou mal resolvido... Um emprego que se perdeu inexplicavelmente... Um casamento que mal começou e já terminou... Uma amizade que acabou com traição... Tudo vai deixando sinais, marcas profundas...
Precisamos trabalhar as dores da alma, para que sirvam apenas de aprendizado, extraindo delas a capacidade de nos fortalecermos... Aprendendo que o melhor de nós, ainda está em nós mesmos...
Que amando-nos incondicionalmente descobrimos a autoestima... Que se deixarmos seguir o caminho da dor e da lamentação, iremos buraco abaixo no caminho da depressão.
As dores da alma não saem no jornal e não viram capa de revista... E só quem sente, Pode avaliar o estrago que elas causam.
O que vale é a PREVENÇÃO... Então...
Ame-se para amar E ser verdadeiramente amada.
Sorria para que o mundo seja mais gentil! Dedique-se para que as falhas sejam pequenas...
Não se compare, você é única!
Repare nas pequenas coisas, mas cuidado com as grandes que as vezes estão bem diante do nosso nariz e não a enxergamos...
Sonhe, pois o sonho é o combustível da realização. Tenha amigas e amigos e seja a melhor amiga de todas.
Sinta o seu cheiro e acredite em seu poder de sedução... Estimule-se, contagie o mundo com o seu melhor...
Creia em DEUS!!!
Pois sem ELE não há razão em nada!
E tenha sempre a absoluta certeza de que, depois da forte tempestade.,
O arco-íris vai surgir,
O Sol vai brilhar ainda mais forte.
Por isso, querida amiga linda...
Curta bem o dia de hoje!!
O amanhã, com certeza...
Pertence a DEUS!