terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ÁRVORE DE AMIGOS

Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. 
Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. 
A todas elas chamamos de amigo. 
Há muitos tipos de amigos. 
Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. 
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe. 
Mostram o que é ter vida. 
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós.
Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e 
desejamos o bem. 
Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam 
cruzar o nosso caminho. 
Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. 
Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz... 
Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado de amigo namorado. 
Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés. 
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. 
Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo que estamos por perto.
Falando em perto, não podemos esquecer dos amigos distantes. 
Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que, quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra. 
O tempo passa, o verão se vai, o outono se aproxima, e perdemos algumas de nossas folhas. 
Algumas nascem num outro verão e outras permanecem por muitas estações. 
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria. 
Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho. 

Desejo a você, folha da minha árvore, Paz, Amor, Saúde, Sucesso, 
Prosperidade... Hoje e Sempre... simplesmente porque: 
Cada pessoa que passa em nossa vida é única. 
Sempre deixa um pouco de si e leva um pouco de nós. 
Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. 
Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso.

PARA SER FELIZ CHICO XAVIER

"E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos
desfalecido." - PAULO. (Gálatas, 6:9)
Confia em Deus.
Aceita no dever de cada dia a vontade do Senhor para as horas de hoje.
Não fujas da simplicidade.
Conserva a mente interessada no trabalho
edificante.
Detém-te no "lado bom" das pessoas, das situações e das coisas. 
Guarda o coração sem ressentimento.
Cria esperança e otimismo onde estiveres.
Reflete nas necessidades alheias, buscando suprimi-las ou atenuá-las.
Faze todo o bem que puderes, em favor dos outros, sem pedir remuneração.
Auxilia muito.
Espera pouco.
Serve sempre.
Espalha a felicidade no caminho alheio, quanto seja possível.
Experimentemos semelhantes conceitos na vida prática e adquiriremos a luminosa ciência de ser feliz.
Chico Xavier - Emmanuel

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A HONRA TAMBÉM SE ENSINA


A Honra Também se Ensina


É comum, em nossos dias, ouvirmos reclamações por parte de pessoas que se sentiram desrespeitadas em seus direitos.
É o médico que marca uma hora com o paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação.
É o advogado que assume uma causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o cliente em situação difícil.
É o contador que se compromete perante a empresa a providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que esse diz desconhecer.
É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que ele assuma a parte que lhe diz respeito.
É o político que faz muitas promessas e, depois de eleito, ignora a palavra empenhada junto aos seus eleitores.
Esses e outros tantos casos acontecem com frequência nos dias atuais.
É natural que as pessoas envolvidas em tais situações, exponham a sua indignação junto à sociedade, e reclamem os seus direitos perante a justiça.
Todavia, vale a pena refletir um pouco sobre a origem dessa falta de honradez por parte de alguns cidadãos.
Temos de convir que todos eles passaram pela infância e, em tese, podemos dizer que não receberam as primeiras lições de honra como deveriam.
Quando os filhos são pequenos não damos a devida importância às suas más inclinações ou, o que é pior, as incentivamos com o próprio exemplo.
Se nosso filho desrespeita os horários estabelecidos, não costumamos cobrar dele a devida atenção.
Se prometem alguma coisa e não cumprem, não lhes falamos sobre o valor de uma palavra empenhada.
Ademais, há pais que são os próprios exemplos de desonra. Prometem e não cumprem. Dizem que vão fazer e não fazem. Falam, mas a sua palavra não vale nada.
É importante que pensemos a respeito das causas, antes de reclamar dos efeitos.
É imprescindível que passemos aos filhos lições de honradez.
Ensinar aos meninos que as filhas dos outros devem ser respeitadas tanto quanto suas próprias irmãs.
Ensinar que a palavra sempre deve ser honrada por aquele que a empenha.
Ensinar o respeito aos semelhantes, não os fazendo esperar horas e horas para, só depois, atender, como se estivéssemos fazendo um grande favor.
Enfim, ensinar-lhes a fazer aos outros o que gostariam que os outros lhes fizessem, conforme orientou Jesus.
* * *
Não há efeito sem causa. Todo efeito negativo, tem uma causa igualmente negativa.
Por essa razão, antes de reclamar dos efeitos, devemos pensar se não estamos contribuindo com as causas, direta ou indiretamente.
Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita

A VERDADEIRA PAZ



A Verdadeira Paz



Certa vez, houve um concurso de pintura e o primeiro lugar seria dado ao quadro que melhor representasse a paz.
Ficaram, dentre muitos, três finalistas igualmente empatados.
O primeiro retratava uma imensa pastagem, com lindas flores e borboletas que bailavam no ar, acariciadas por uma brisa suave.
O segundo mostrava pássaros a voar sob nuvens brancas como a neve, em meio ao azul anil do céu.
O terceiro mostrava um grande rochedo sendo açoitado pela violência das ondas do mar, em meio a uma tempestade estrondosa e cheia de relâmpagos.
Para surpresa e espanto dos finalistas, o escolhido foi o terceiro quadro, o que retratava a violência das ondas contra o rochedo.
Indignados, os dois pintores que não foram escolhidos questionaram o juiz que deu o voto de desempate:
Como este quadro tão violento pode representar a paz, sr. Juiz?
E o juiz, com uma serenidade muito grande no olhar, disse:
Vocês repararam que, em meio à violência das ondas e à tempestade, há numa das fendas do rochedo, um passarinho com seus filhotes dormindo tranquilamente?
E os pintores sem entender responderam: Sim, mas...
Antes que eles concluíssem a frase, o juiz ponderou:
Caros amigos, a verdadeira paz é aquela que, mesmo nos momentos mais difíceis, nos permite repousar tranquilos.
* * *
Talvez muitas pessoas não consigam entender como pode reinar a paz em meio à tempestade, mas não é tão difícil de entender.
Considerando que a paz é um estado de espírito podemos concluir que, se a consciência está tranquila, tudo à volta pode estar em revolução que conseguiremos manter nossa serenidade.
Fazendo uma comparação com o quadro vencedor, poderíamos dizer que o ninho do pássaro, que repousava serenamente com seus filhotes, representa a nossa consciência.
A consciência é um refúgio seguro, quando nada tem que nos reprove. E também pode acontecer o contrário: tudo à volta pode estar tranquilo e nossa consciência arder em chamas.
A consciência, portanto, é um tribunal implacável, do qual não conseguiremos fugir, porque está em nós.
É ela que nos dará possibilidades de permanecer em harmonia íntima, mesmo que tudo à volta ameace desmoronar, ou acuse sinais de perigo solicitando correção.
Sendo assim, concluiremos que a paz não será implantada por decretos nem por ordens exteriores, mas será conquista individual de cada criatura, portas adentro da sua intimidade.
* * *
Um dia, A paz vestiu-se de Homem e conviveu com a Humanidade sofredora e aflita.
Conservava-Se em paz mesmo diante das situações mais turbulentas e assustadoras.
Agredido, manteve-Se sereno.
Caluniado, exemplificou tranquilidade.
Diante da tempestade no mar, pediu calma.
Pregado na cruz, permaneceu em paz.
Todavia, antes de partir teve ensejo de dizer:
A minha paz vos deixo, como exemplo.
A minha paz vos dou, como modelo a ser copiado.

Redação do Momento Espírita

O ÚLTIMO DIA

O Último Dia

Naquela manhã, sentiu vontade de dormir um pouco mais. Estava cansado, tinha deitado muito tarde e não havia dormido bem. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama, e levantou-se, pensando nas muitas coisas que precisava fazer na empresa.
Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado e nem nas olheiras escuras, resultado de noites mal dormidas.
Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um "bom dia", sem muita convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se ofereciam para um beijo de despedida. Não entendia porque ela se queixava tanto da ausência dele e vivia pedindo mais tempo para ficarem juntos.
Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
Entrou no carro e saiu. Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar.
Ele relutou bastante: sabia que iria gostar muito de estar com o neto. Mas não podia, naquele dia, sair da empresa. Quem sabe no próximo final de semana?
Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
Na hora do almoço, pediu à secretária para trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava fazer um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte.
Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Nem observou que tipo de lanche estava mastigando.
Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas, de que estava na hora de fazer um check-up.
Mas ele logo concluiu que era um mal estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
Terminado o "almoço", escovou os dentes e voltou ao trabalho. "a vida continua", pensou. Mais papéis para ler, mais decisões a tomar, mais compromissos a cumprir.
Saiu para uma reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando os degraus de dois em dois. Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a marcha, sentiu de novo o mal estar e agora com uma dor forte no peito.
O ar começou a faltar... A dor foi aumentando... O carro desapareceu... Os outros carros também... Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos, ao mesmo tempo, que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem.
A esposa, o netinho, a filha e, uma após outra, todas as pessoas de que mais gostava.
Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã?
A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo: a do arrependimento.
Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte: a dor da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas...
Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto...
Queria... Queria... Mas não havia mais tempo...
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Quantas pessoas estão vivendo hoje seu último dia de existência na Terra e não sabem disso!
Quantas saem do corpo físico diariamente e deixam muitas coisas por fazer!
Certamente os compromissos profissionais, a limpeza da casa, as compras, os pagamentos, outras pessoas farão.
Mas as questões afetivas, as coisas do coração, somente cada um pode deixar em dia. Aquela visita a um amigo, o abraço de ternura num familiar querido, um beijo carinhoso na esposa ou esposo, uma palavra atenciosa a alguém que precisa, um tempo a mais para dedicar aos amores...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

ANSEIO D'ALMA


Uma vasta e indizível tristeza, carcome-me lentamente, as feridas íntimas.
A dor se amplia, o coração palpita, e a dolorosa saudade chega de mansinho...
A lembrança de um passado alegre, assinala-me com angústia o presente.
Vergastada pela saudade, o cântico secreto de minh'alma, é o soluço que me asfixia o peito.
Quando o corpo adormece, salitária, volito pelo nada, a procura do tudo; a vontade forte, quase incontida de abraçar e não saber quem.
Envolta de luz, os sentidos voltados para além-vida, sinto-me apenas alma; nenhuma lembrança de que ainda habito a matéria, volito... levando na memória a lembrança, e no íntimo a saudade de passado laureado de júbilo, e revivo o presente enevoado pela eterna ausência.
Autora Rozalia Pereira Nakahara

MOTIVACIONAL - NÃO ESPERE!

Mentes grandes discutem idéias, mentes medianas discutem eventos e fatos, mentes pequenas discutem pessoas.
Não podemos crer na total transparência das pessoas, é preciso aceitar que os outros têm segredos, regiões de solidão. A maior prova de amor é colocar-se a distância e não querer forçar a entrada.
Deus dá alimento a todos os pássaros, mas não o joga no ninho. Deus ajuda, mas também espera que você faça no mínimo, sua parte.
Aquele que perde dinheiro perde muito.
Aquele que perde amigos perde muito mais.
Aquele que perde a fé perde tudo.
Pessoas jovens e belas são obras da natureza,
Pessoas idosas e belas são obras de arte,
E ambas são obras de Deus.
Aprenda com os erros alheios, você não conseguirá viver tempo suficiente para cometê-los todos sozinho. A língua pesa praticamente nada, mas poucas pessoas conseguem segurá-la. Amigos eu e você, você trouxe outro amigo já formamos um time, esse time não tem começo nem fim. O diferencial da vida é viver com amor e buscar diariamente o verdadeiro sentido de viver. Ser feliz e estar com Deus.
Não espere um sorriso para ser gentil,
Não espere ser amado para amar,
Não espere ficar sozinho, para reconhecer o valor de um amigo
Não espere ficar de luto para reconhecer quem hoje é importante na sua vida
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar
Não espere a queda para lembrar-se do conselho
Não espere...
Não espere a enfermidade para reconhecer quão frágil é a vida
Não espere encontrar a pessoa perfeita para então se apaixonar
Não espere a mágoa para pedir perdão
Não espere a separação para buscar a reconciliação
Não espere a dor para acreditar na oração
Não espere elogios para acreditar em si mesmo
Não espere...
Não espere ter tempo para servir
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado
Não espere ouvir Eu te Amo para dizer eu também
Não espere ter dinheiro aos montes para então contribuir
Não espere o dia de sua morte sem antes amar a vida
Então,
O que você está esperando???