terça-feira, 9 de outubro de 2012

PRECE



Senhor Deus nosso Pai, sede misericordioso para com os que na vida se desviaram da Fé.
Acolhei ó Pai o irmão caridoso que não se cansa de estender a mão ao irmão fatigado.
protegei o irmão que caminha reerguendo os coração caídos em profunda tristeza e desânimo.
Perdoa-lhes as falhas cometida ao longo da existência.
Senhor, enxugai as lágrimas dos olhos dos que deixaram a vida para viver uma nova vida.
Senhor Deus de Toda Consolação, concedei-lhes a bênção do Perdão para que possam conhecer a paz e a luz Eterna.
Senhor, ensinai-lhes a colher a palavra de Deus e abríeis-lhes os olhos a Verdade do Evangelho.
Abençoai o Peregrino que caminha corajosamente com esperança e alegria e conserva a paz no vendaval do medo.
Senhor, conduz-nos ao encontro com o Mestre Jesus.
O Franciscano
P. de Rozalia Pereira Nakahara
Em Maio de/11 - Reunião Espírita Lar da Família Universal.

GANGORRA DA VIDA

Mergulhados no casulo carnal, os anseios impuros do coração, se nos pareceu alargar o acesso a felicidade, nos serão reboque de sofrimento nas sendas amargas do mundo incorpóreo, e nos emparedarão as vibrações densas das falhas pecaminosas da existência.
Aqueles que se mantiveram afastados das trilhas sombrias do pecado, não serão afetados pelo "lodo" da maldade. A pureza dos sentimentos nos será instrumento santo na Elevação.
É preciso lembrar que a flecha que ferimos nosso semelhante, ser-nos-á o cálice transbordante na futura experiência terrestre. A matéria é um veículo provisório, mas a consciência nos será eterna. Todo fim, inicia um novo começo, e para que o recomeço não seja enevoado pela sombra da infelicidade, o coração deve estar livre de sentimento inferior e o pensamento elevado acima das linhas densas da vida vulgar. 
A vida de após morte não nos reserva o leito perpétuo como imaginamos quando nos achamos na veste carnais. Na morte, a consciencia de nós mesmos nos compele a àrdua tarefa do melhoramento próprio, se não foram interrompidas pela lembrança das experiências insatisfatórias. 
Resguardados pelas vestes carnais abafamos os nossos defeitos morais, infelizmente, não os ocultamos de Deus.
A vida, se lhes parece difícil, irrigar com lamentações não desviará os empecilhos constituidos pela consciência inconsciente do passado, pois as falhas remotas são páginas da existência,  cada existência é uma parcela dos débitos perpetrados  naqueles que não iluminaram com a tocha sagrada do Amor o próprio caminho.
É preciso não olvidarmos que vassoura da ignorância não barre pó da imperfeição, pois o sepulcro não nos reserva o descanso perpétuo.
Texto do novo romance de Rozalia Pereira Nakahara
17/09/12

AVESSO DA FELICIDADE




Na existência física, se nos é belo o destino, transformamos-o porque o ensejo vulgar nos compeliu às linhas densas dos desejos carnais. Enredados aos erros e as vicissitudes mundanas, permanecemos estacionados às sensações sombrias de estarmos nos repetindo, como se dentro de nós estivesse o conhecimento dos danos morais que transportamos. O pensamento se emaranha. Infelizmente, a propensão para os erros vulgares nos conduz pela larga passagem da infelicidade. Com a falta de entendimento, maravilhados com as facilidades que a vida nos concede, mapeamos erroneamente o caminho do destino.
A velhice chega, o corpo tomado por toda sorte de enfermidade, o pensamento refaz o caminho percorrido anteriormente pelo corpo físico. As curvas magnificas do destino, se na vida nos pareceu felicidade, na morte nos serão despenhadeiros nebulosos da infelicidade.

MENSAGEM

Queridos Irmãos.
“ A criação geme em dores do parto” o homem precisa se conscientizar sobre a gravidade do perigo das mudanças climáticas, frutos de tantos anos de egoísmo e descuido com o maravilhoso presente recebido de Deus. É preciso preservar as condições de vida do Planeta, Jesus nos ensinou a sermos caridosos e cuidadosos com toda espécie de vida na Terra.
Que a paz de Jesus esteja conosco.
Francisco de Assis
P. Rozalia Pereira
Em 26/04/11

POEMA

Quando o brilho do sol desaparece, o Universo adormece, as almas se obscurecem pela ação dos movimentos das Leis Divinas que acompanham o amanhecer, as almas mortas renascem sob forma de “almas vivas”, que surgem do vácuo celestial, e se dirigem para o local onde se celebra as orações em nome do Cristo, as almas evocadas em seu nome tornam-se privilegiadas.
A alma dos puros é constantemente vivificada pela energia de Deus, e tem prazer em retornar ao local para orar, e respirar o perfume do vento e degustar o frescor da água que lá esta.
Do livro F. da Encarnação
P. Rozalia P. Nakahara

PRECE

Senhor Deus Onipotente, envolva o nosso corpo em equilíbrio, para que nós em Espírito possamos entrar na junção da Tua luz que conduz o espírito a vida eterna.
Senhor Deus de infinita bondade, ilumina-nos nesta encarnação, para que possamos cumprir a nossa missão terrena. Senhor, reluzia-nos para que nosso Espírito não seja corrompido, restaura nosso emocional para nossas almas não se arraste no desequilíbrio dos percalços da vida transitória.
Senhor, faça-nos renascer para ver a imensidão deste Teu Universo envolvido em paz e harmonia.
Que os Seres Celestiais façam com que nós possamos exalar a fragrância do Teu Amor, e leva onde haja incompreensão.
William Eduardo
Do livro Fronteiras da Encarnação
P. Rozalia P. Nakahara
Em 2004.


AUSÊNCIA

Oh dor profunda e ilimitada que fez o infinito minúsculo diante do Sofrimento da minha alma que chora em silêncio, a saudade da ausência aquele que Partiu. As lágrimas que escorrem no meu rosto, não anestesiam a minha Dor.
Procuro no horizonte espacial a alegria de tua alma que me alimentava na tristeza da minha. No crepúsculo das noites vago pelo nada à procuro de ti, me perco no imenso vazio, sem saber o caminho que devo seguir, as Galáxias se distanciam, afastando-te de mim, recorro os céus, encontro o nada uma busca sem fim. Oh vasto mundo misterioso porque ocultaste meu filho de mim, escondendo a alma do meu menino, se eu nada escondi de ti, por que me abandonaste neste mundo em meio de tantas almas ruins? Uma delas  separou Eduardo de mim. Oh vasto mundo de almas  alegrias, recolhe o teu véu, faz da ausência à presença, acalenta o choro de minha alma, faz o Universo Invisível Visível para mim, por um momento apenas.
Traz William Eduardo até mim.
Escrita em 2003
Autora Rozalia P. Nakahara
01/10/12