Aquele que habita no esconderijo do
Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu
refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
Porque ele te livrará do laço do passarinheiro,
e da peste perniciosa.
Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo
das suas asas estarás seguro: A sua verdade
é escudo e broquel.
Não temerás espanto noturno, nem seta
que voe de dia.
Nem peste que ande na escuridão, nem
mortandade que assole ao meio dia.
Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita,
mas tu não serás atingido,
somente com os olhos olharás, e verás
a recompensa dos ímpios.
Porque tu, ó Senhor, és o meu refúgio! O
Altíssimo é a tua habitação.
Nenhum mal te sucederá, nem praga
alguma chegará à tua tenda.
Porque aos seus anjos dará ordem a teu
respeito, para te guardarem em todos os teus
caminhos.
Eles sustentarão nas suas mãos, para que
não tropeces com o teu pé em pedra.
Pisarás o leão e o áspide; calcarás aos pés
o filho do leão e a serpente.
Pois que tão encarecidamente me amou,
também eu o livrarei; pô-lo-ei num alto retiro,
porque conheceu o meu nome.
Ele me invocará, e eu lhe responderei;
estarei com ele na angústia; livrá-lo-ei e o glorificarei.
Dar-lhe-ei abundancia de dias, e lhe mostrarei
a minha salvação.
Salmo 91
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
La Prière
Lá prière esta la´fleur qui vit dans le mystère,
que gémit sous la feuille et sourit au passant,
Qui livre ses trésors à la brise légère,
A l'air frais du matin, aux feux du jour naissant.
C'est le faible rayon tremblant dans la nuit sombre
qui distrait le malade attendant le sommeil,
Qui perce le donjon, qui se glisse dans l'ombre
Et vient du prisionnier égayer la réveil.
C'est um parfum subtil dont l'haleine embaumée
Touche, saisit, penetre et dilate nos sens.
Dans nos temples sacrés, c'est la blanche fumée
Qui monte vers les cieux quando on brúle l'encens.
Source d' eau vive et purê, ele arrose la terro
Oú nait la Charité, oú s'élebe la foi,
Oú vole 1'Espérance, oú régne le mystère,
Oú descendit le Christ, oú s' établit as loi.
Em aimant, nous príons. Au matin de sam vie,
Dans son premier baiser, l' enfant semble prier.
As prière est l'amour. Elle est purê et bénie,
Elle apporte la joie et la paix au foyer.
Em souffrant, nous príons. La pauvre mère em larmes
Qui demande au tombeau l' espoir de ses cieux aus:
As fille que n' est plus, offre à Dieu ses alarmes
Pour prière. Holocauste égal à ses tourments.
Em donnant, nous príons. La charité qui donne
Au foyer noir et froid, oú viente s'asseoir la faim,
Va pleurer et prier près du Dieu qui pardonne
Pour celui qui l'envoie au toit laissé sans pain.
que gémit sous la feuille et sourit au passant,
Qui livre ses trésors à la brise légère,
A l'air frais du matin, aux feux du jour naissant.
C'est le faible rayon tremblant dans la nuit sombre
qui distrait le malade attendant le sommeil,
Qui perce le donjon, qui se glisse dans l'ombre
Et vient du prisionnier égayer la réveil.
C'est um parfum subtil dont l'haleine embaumée
Touche, saisit, penetre et dilate nos sens.
Dans nos temples sacrés, c'est la blanche fumée
Qui monte vers les cieux quando on brúle l'encens.
Source d' eau vive et purê, ele arrose la terro
Oú nait la Charité, oú s'élebe la foi,
Oú vole 1'Espérance, oú régne le mystère,
Oú descendit le Christ, oú s' établit as loi.
Em aimant, nous príons. Au matin de sam vie,
Dans son premier baiser, l' enfant semble prier.
As prière est l'amour. Elle est purê et bénie,
Elle apporte la joie et la paix au foyer.
Em souffrant, nous príons. La pauvre mère em larmes
Qui demande au tombeau l' espoir de ses cieux aus:
As fille que n' est plus, offre à Dieu ses alarmes
Pour prière. Holocauste égal à ses tourments.
Em donnant, nous príons. La charité qui donne
Au foyer noir et froid, oú viente s'asseoir la faim,
Va pleurer et prier près du Dieu qui pardonne
Pour celui qui l'envoie au toit laissé sans pain.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
AMOR
Amor! palavra eternal, palavra sublime e mágica,
que fez criar um Deus, que fez nascer um Salvador:
feixe de ouro e de fogo cuja flama elétrica
vai ao céu, onde tudo vive, à terre onde tudo morre.
Tudo vos fala do amor, o regato que murmura,
a rosa que se abre, a flor dos campos que nasce,
o pássaro no ramo, o ninho sob as folhas,
A noite que passa e foge, a aurora que aponta.
O astro do dia que lume, a brisa que suspira,
o broto de erva que vive, o arbusto que cresce,
a vaga que branqueia, a vida que se retira,
o incenso que zume, a ovelha que bale.
Tudo vos fala de amor. No seu primeiro sorriso
que reflete os céus, o bebê procura aliviar
as dores do lar: o bebê parece vos dizer
o que ele dirá mais tarde
que fez criar um Deus, que fez nascer um Salvador:
feixe de ouro e de fogo cuja flama elétrica
vai ao céu, onde tudo vive, à terre onde tudo morre.
Tudo vos fala do amor, o regato que murmura,
a rosa que se abre, a flor dos campos que nasce,
o pássaro no ramo, o ninho sob as folhas,
A noite que passa e foge, a aurora que aponta.
O astro do dia que lume, a brisa que suspira,
o broto de erva que vive, o arbusto que cresce,
a vaga que branqueia, a vida que se retira,
o incenso que zume, a ovelha que bale.
Tudo vos fala de amor. No seu primeiro sorriso
que reflete os céus, o bebê procura aliviar
as dores do lar: o bebê parece vos dizer
o que ele dirá mais tarde
DIVAGAÇÃO
à noite chega às vezes aos ouvidos, uma voz que murmura um pranto leve chamando-te. É a prece de uma alma penada. Criança, dize-me, sua voz te faz tremer. Por que? Não sabes que uma outra vida, depois que a tua termina, começa e que talvez um dia tu virás, com ela, por tua vez fazer ouvir tua voz chorosa, e repetir às bordas das praias a teus velhos amigos, surpresos, tudo quanto sofrem os espíritos que não quiseram, sobre a terra, atender a prece dos mortos, atormentando sempre seu sono entristecendo sempre seu acordar?
Um Espírito
Um Espírito
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
ERROS PASSADOS
Erros passados, tristezas contraídas, lágrimas choradas, desajustes crônicos!...
Às vezes, acreditas que todas as bênçãos jazem extintas, que todas as portas se mostram cerradas à necessária renovação!...
Esqueces-te, porém, de que a própria sabedoria da vida determina que o dia se refaça cada manhã.
Começar de novo é o processo da Natureza, desde a semente singela ao gigante solar.
Se experimentaste o peso do desengano, nada te obriga a permanecer sob a corrente do desencanto.
Reinicia a construção de teus ideais, em bases mais sólidas, e torna ao calor da experiência, a fim de acalentá-los em plenitude de forças novas.
O fracasso visitou-nos em algum tentame de elevação, mas isso não é motivo para desgosto e autopiedade, porquanto, freqüentemente, o malogro de nossos anseios significa ordem do Alto para mudança de rumo, e começar de novo é o caminho para o êxito desejado.
Temos sido talvez desatentos, diante dos outros, cultivando indiferença ou ingratidão; no entanto, é perfeitamente possível refazer atitudes e começar de novo a plantação da simpatia, oferecendo bondade e compreensão àqueles que nos cercam.
Teremos perdido afeições que supúnhamos inalteráveis; todavia, não será justo, por isso, que venhamos a cair em desânimo.
O tempo nos permite começar de novo, na procura das nossas afinidades autênticas, aquelas afinidades suscetíveis de insuflar-nos coragem para suportar as provações do caminho e assegurar-nos o contentamento de viver.
Desfaçamos-nos de pensamentos amargos, das cargas de angústia, dos ressentimentos que nos alcancem e das mágoas requentadas no peito!...
Descerremos as janelas da alma para que o sol do entendimento nos higienize e reaqueça a casa íntima.
Tudo na vida pode ser começado de novo para que a lei do progresso e do aperfeiçoamento se cumpra em todas as direções.
Efetivamente, em muitas ocasiões, quando desprezamos as oportunidades e tarefas que nos são concedidas na Obra do Senhor, voltamos tarde a fim de revisá-las e reassumi-las, mas nunca tarde demais.
Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
APERFEIÇOA A TUA CAMINHADA
Aperfeiçoa a tua caminhada, aperfeiçoando-te.
Marcha com serenidade, guarda a bondade e o entendimento na direção do Amor, semeia o bem a distância nos corações desesperançados.
Auxilia em silêncio, os que reclamam contra as dores, e sofrimentos morais, que são vossos quinhões na Terra.
Consagra a tua resignação a caridade e a humildade e eleva teu coração ao santuário eterno do conhecimento Divino.
Eleva-te, para que o Amor frutifique em vosso caminho, através do entendimento das lições do Evangelho da sã doutrina, mostrando perfeita lealdade, para com os ensinamentos Cristãos.
Desperta o teu coração para a p´própria sublimação, para que a luz resplendeça em elevada harmonia, e o entendimento te conduzirá ao reino Celestial.
Eleva a luz do vosso Amor pela fé, para que a tormenta não dissipe a luz de vossa esperança na felicidade eterna, quando o tempo da vossa partida estiver próximo.
Consagra-te a renovação de te mesmo, erguendo as mãos aos céus, e agradecendo ao Senhor as dádivas que vos é concedidas.
Conhece a te mesmo, antes de jugar o vosso irmão; a luz do entendimento salvador resplandece para todos que mostram integridade e reverencia nos ensinamentos do Evangelho Redentor.
Lembra-te, na marcha morosa pelo roteiro carnal, somos peregrinos na busca do aprendizado que nos dará o acesso da luz, a fim de que sejamos iluminados pela esperança da vida eterna.
William Eduardo
Psicografada por Rozalia P. Nakahara em 13 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
AVESSO DA FELICIDADE
Na existência física, se nos é belo o destino,
transformamo-lo porque o ensejo vulgar nos compeliu às linhas densas dos
desejos carnais. Enredados aos erros e as vicissitudes mundanas, permanecemos
estacionados às sensações sombrias de estarmos nos repetindo, como se dentro de
nós estivesse o conhecimento dos danos morais que transportamos. O pensamento
se emaranha. Infelizmente, a propensão para os erros vulgares nos conduz pela
larga passagem da infelicidade. Com a falta de entendimento, maravilhados com
as facilidades que a vida nos concede, mapeamos erroneamente o caminho do
destino.
Continuou:
Corrompidos pela ganância desmedida, esbanjamos um falso
poder. A superioridade com que acreditamos, na vida maior, converte-se em degraus
tediosos da inferioridade. Se não nos apercebermos dos aleijões morais, as
sensações profundas nos condenarão. Infelizmente, acreditamos que a morte
levará para cova os pecados graves cometidos durante o estágio nas vestes
corpóreas.
Quando o dinheiro nos foi incentivo maior na vida carnal,
cometemos abusos absurdos contra nós mesmos. Dominado pelos prazeres
pecaminosos, na carne, o esplendor da luxuria é luz de satisfação que levamos
em silêncio no íntimo. Passam-se anos, até percebermos que estamos deslizando
nas adversidades. Contudo, a maturidade não abranda as flamas da ambição
inquietante que ativa o anseio de querermos sempre mais...
Quando repousamos a cabeça no travesseiro, em vez da
oração, o pensamento nos apresenta o mapa do dia posterior, e as oportunidades
vantajosas, jamais deixamos evadir-se – elas acrescentam os zeros às contas
bancárias.
A Velhice chega, o corpo tomado por toda sorte de
enfermidade, o pensamento refaz o caminho percorrido anteriormente pelo corpo
físico, as curvas magníficas do destino, se na vida nos pareceu felicidade, na
morte nos serão despenhadeiros nebulosos da infelicidade.
Texto do Livro Laço do Destino - Rozalia P. Nakahara - Respeite os direitos autorais.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
PENSAMENTO SOBRE DEUS
Deus!
Nome sublime e grande que faz tremer a terra e estremecer os céus, que vê
envelhecerem os anos e não envelhece nunca! Santo e eterno mistério, seu berço
faz a noite e o véu dos tempos!
Deus!
Deus que criou tudo, que se criou a si mesmo, que cria o Universo e lhe dá as
suas leis, que faz chegar a todos sua vontade suprema, ao escravo, ao tirano,
as servos e seus reis.
Deus!
Fantasma assustador que açoita a dúvida, essa pigmeia orgulhosa que mede um
gigante quando procura por toda parte e não vê em seu caminho senão a obra do
acaso, o trabalho do nada.
Deus!
Rei do mundo inteiro, que conduz pelo espaço todos esses globos de fogo,
gravitando pelos céus, que lhes traça o círculo e lhes fixa seu lugar onde cada
um deve cumprir seu curso misterioso.
Deus!
Mestre onipotente que comando o trovão quando ele despeja seus raios no cimo
dos montes, que comanda a torrente, quando atira à terra suas vagas negras como
negros demônios!
Deus!
Grande guerra, invisível gênio, que preside aos combates de um povo guerreiro,
protege a águia da bandeira que ele abençoou e dá aos vencedores as palmas dos
louros.
Deus!
Fonte de bondade! Deus que sempre esquece o orgulho do culpado e seu louco
abandono; que não amaldiçoa jamais e responde ai ímpio mostrando-lhe no céu o
amor e o perdão!
Cristão,
eis aí teu Deus! Sua sabedoria infinita põe no caminho, que conduz a seu porto,
três barreiras a franquear: a prova da vida, as tristezas do exílio, as dúvidas
da morte.
Casimir
Delavigne
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
TEXTO DO LIVRO LAÇO DO DESTINO
Amados irmãos, companheiros
de fé em Jesus, consagremos o auxílio aos nossos irmãos esquecidos nas adversidades,
e vistos como varreduras da sociedade.
Oremos pelos nossos irmãos
que nem mesmo a falta do pão, limpou de seus corações a fé fervorosa na
Providência Divinal.
Oremos pelos governantes
dos países, para que se conscientize que o homem necessita do trabalho honrado para
prover com dignidade o sustento do lar.
As migalhas dos Grandes, queridos irmãos, é
abundância na mesa do pobre que, pelo trabalho exaustivo, enriquecem o caixa
dos Poderosos.
Devemos servir a Deus,
consagrando-nos ao crescimento próprio e ao auxílio os que as aflições do
coração, arrancam-lhes dos olhos lágrimas de tristeza pelo jejum diário pela
falta do pão.
Oremos amados irmãos,
pelas crianças que sofrem toda sorte de exploração, para que se tornem dignos
das bênçãos da compaixão, para que no futuro sejam servos humildes do Senhor, e
ao longo de suas prodigiosas caminhadas possam assinalar com a prática de ações
benévolas o caminho do bem.
Agradeçam a Deus pela
dádiva sublime da vida no berço sagrado das experiências mundanas, e pela
abundância de dias que lhes foram concedidos no corpo físico sob a proteção dos
Mensageiros da Luz, para que não se desvencilhem do caminho reto que Deus
traçou para nós.
Desejo a todos uma
caminhada suave sob a luz protetora do Eterno Mestre Jesus.
TEXTO DO LIVRO LAÇO DO DESTINO - ROZALIA P. NAKAHARA
Não use o trabalho alheio para adaptação de textos. Respeite os direitos autorais.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
EM MOMENTOS DIFICEIS
Quando você se observe à beira da impaciência, capaz de arrojar-lhe o coração ao espinheiro da angústia, conte as vantagens de que dispõe, de modo a imunizar-se contra o assalto das trevas.
Desentendimento em família...
Recorde aqueles que desejariam encontrar alguém, até mesmo para simples discussão, na soledade crônica em que se identificam.
Amigos que se afastam...
Reflita na provação daqueles que nunca os tiveram.
Agressões...
Pense no cérebro equilibrado de que você está munido para agir em apoio aos companheiros doentes da alma.
Criaturas queridas em problemas graves do sentimento...
Medite na sua tranquilidade e segurança, pelas quais, por enquanto, consegue permanecer livre de obsessões.
Tarefas em sobrecarga, compelindo você a desânimo e cansaço...
Gaste alguns momentos, examinando a luta dos irmãos sem qualquer possibilidade de emprego na garantia da própria sustentação.
Aborrecimentos...
Avalie a importância de algumas frases de reconforto que você pode levar a companheiros enfermos ou compreensivelmente abatidos pelo sofrimento que os subjuga.
Lar em desajuste...
Um olhar para os irmãos que caminham sem teto.
Some as bênçãos de sua vida e vacine-se contra o desespero, porque o desespero é um vulcão de fogo e sombra, cuja extensão nos domínios do desequilíbrio e da morte ninguém pode calcular.
Do Livro: Aulas da Vida Psicografia de Francisco Cândido Xavier
Espírito: André Luiz
PRECE DO AMANHECER
Senhor, no silêncio deste dia que amanhece, venho pedir-te saúde, força, paz e sabedoria.
Agradeço de coração a maravilhosa noite de descanço, o qual meu corpo foi velado pelos seus olhos.
Quero olhar hoje o mundo com olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, manso e prudente.
E que durante o dia eu possa perdoar e ser perdoado pelos erros, pois somos fracos e pecadores.
Ver além das aparências teus filhos como tu mesmo os vês, e assim não ver senão o bem em cada um.
Cerra meus ouvidos a toda calunia, guarda minha língua de toda a maldade, que só de benção se encha meu espírito, que eu seja tão bondoso e alegre que todos quanto se achegarem a mim sintam a tua presença.
Senhor, reveste-me de tua beleza, reveste-me de benevolência e que no decurso deste dia eu te revele a todos.
Amém
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
A PRECE
A prece é a flor que vive no
mistério,
Que geme sob a folha e sorri
ai passante,
Que liberta seus tesouros à
brisa leve,
Ao ar frasco da manhã, aos
raios do dia nascente.
É o fraco luzir tremente na
morte sombria
Que distrai o doente
esperando o sono,
Que trespassa o torrão, que
se esconde na sombra,
E vem alegrar o acordar do
prisioneiro.
É um perfume sutil cujo
hálito embalsamado
Toca, agarra, penetra e
dilata nossos sentidos,
Em nossos templos sagrados,
é a branca fumaça
Que sobe aos céus quando se
acende o incenso.
Fonte de água viva e pura
ela irriga a terra
Onde nasce a Caridade, onde
reina o mistério,
Onde desce o Cristo, onde se
estabelece sua lei.
Amando, nós oremos. Na manhã
de sua vida,
No primeiro beijo, a criança
parece rezar.
Sua prece é o amor. Ela é
pura e bendita.
Ela traz a alegria e a paz
ao lar.
Sofrendo nós oramos. A pobre
mãe em lágrimas
Que pede ao túmulo a
esperança de seus velhos anos:
Sua filha que não mais
existe, oferece a Deus seus temores
Com prece. Holocausto igual
aos seus tormentos.
Dando nós oramos. A caridade
que dá
Ao lar negro e frio, onde
vem se assentar a fome,
Vai chorar e pedir a Deus
que perdoe
Àquele que a envia ao lar
abandonado, sem pão.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
DEVANEIO
Que o homem vê sempre diante de si ameaçante,
É o fim da
viagem quando a alma imperecível
Se depara a comtemplar um horizonte nascente.
Esse horizonte novo que tem
por marco o espaço,
Que começa onde termina a terra em seus tristes bordos,
É o
retiro onde Deus lhe reserva o seu lugar
Quando ela acaba a tarefa e abandona o
corpo.
Então, revê-se ela no seu
lar, tão solitária,
Quando amigos em pranto lhe dizem adeus.
Parece que,
partindo, ela perambula ao redor dos seus
Para lhes mostrar um ponto iluminado
nos céus.
É o fim eternal que está
marcado por Deus mesmo,
Onde o homem lê estas palavras: “Deves morrer”.
Parada terrível
que faz vomitar a blasfêmia
Àqueles que souberam crer, amar e sofrer.
Um Espírito
Não use o trabalho alheio para adaptação de textos.
domingo, 20 de julho de 2014
SOMBRA DA VIDA
A terra
guarda a poeira de nossas muitas existências que precederam. Quando a vida
findar, na vizinhança do túmulo, não nos deparamos com nossos pais nem com
nossos irmãos, nem com amigos de infância, mas sim, com a Consciência de nós
mesmos. Sentimos com amargura que o vaso físico já repousa em cova profunda.
Olhamos ao redor de nós e nada vemos, apenas ouve-se um ruído súbito, quando o
vento ruge tempestuoso rompendo o véu do silêncio. O temor visita-nos tantas
vezes, que nos raros e quase apagados vestígios de clareza, a lembrança de
quando abdicamos da boa conduta, arraiga-se-nos as vísceras.
Nas
veredas sombrias, o temor é o princípio do entendimento, todavia a falta de
compreensão dispensa a sabedoria e as instruções dos bem-aventurados incumbidos
de desvencilhar das veredas da expiação crucial àquele que não abriu os ouvidos
às palavras do conhecimento.
A
sabedoria adoça-nos a alma, todavia sem o estímulo dos mais evoluídos, os que
cultivam a ignorância, o lume de a esperança se apagará e o enfado e a tristeza
do coração, só tende a aumentar.
No
templo carnal, negando-se a alegria, regaram seus dias com amargura porque seus
corações não tiveram outra ocupação senão alimentar sentimentos impuros.
Acreditaram no total esquecimento da vida terrena. No além-túmulo, ao deparar-se
com a memória do passado, enlutados com a lembrança não percebem que o dia da
morte por mais doloroso que lhes pareça, foi melhor do que o dia do
renascimento na carne. Pelo olho pálido da consciência, assistem suas chegadas
a vida corpórea. Sem nenhuma lembrança dos caminhos percorridos anteriormente,
iniciam suas largas caminhadas em direção à morte, sem o conhecimento das
existências findadas anteriormente.
O passado
é uma valiosa herança que deixamos para nós mesmos, seja ele irrigado de
alegria ou de tristeza, na morte, somos herdeiros das nossas próprias
experiências. Coloridas pelo bem ou obscurecidas pela falta de entendimento, é
um tesouro que adquirimos ao longo da extensa estrada do aprendizado.
Cada
existência é uma dádiva divina; o incentivo necessário para a abençoada
trajetória evolutiva do Espírito no santuário da carne.
Cumprir
sobre a terra o destino do corpo, não deixa de ser uma prova terrível para o
Espírito reencarnante. Com o pavio da memória da existência anterior apagado
deixa se corromper pelo exclusivismo.
Sucumbido
pelos falsos prazeres que a vida terrena nos oferece, esqueceu a prudência, e
mantiveram os olhos bem abertos para a cobiça, e o coração fechado para o
entendimento. Ao invés de escolher a
estrada margeada pelas flores, iniciou a marcha pela vereda de urtigas. Quando
o corpo descer a cova, pelas brechas da aflição, flechas amargas da impureza
arrancar-lhe-ão dos olhos lágrimas.
Consternado,
conscientizar-se de que o esquecimento não lhe foi eterno. Cheio de culpa,
apiedando-se de si próprio, se entrelaça aos braços impiedosos do passado.
Quem
semear espinheiro de ódio não espera colher flores abluídas com amor. A sementeira
do bem, não dará frutos venenosos. O virtuoso acolherá o bem, mas o que fere
com a espada da maldade, será asilado em trevas até que o arrependimento faça
escorrer-lhe no rosto torrentes de lágrimas.
Cada
passagem pela Terra é uma etapa evolutiva. O Espírito motivado pelo Processo
evolutivo desceu a Terra para cumprir na carne as provas que lhe foram
designadas. Retornar à Pátria Espiritual com a “bagagem” escassa de
conhecimento, imediatamente começará a trabalhar a possibilidade de um novo
recomeço na matéria para reparação das suas falhas.
Da
árvore do conhecimento, colhe-se sabedoria, todavia da árvore da ignorância
colhe-se imperfeição regada de inquietação que lhes consumirás as forças.
Sem se aperceber da situação dolorosa em que
se acha, permanece entrelaçado aos braços da ignorância, sujeito a influencia
das trevas. Confinado ao berço dos defeitos morais, se mantêm distanciados dos
Espíritos benévolos dispostos a lhe ensinar o bem, semeando-lhe o coração com
sementes gloriosas do amor irrigadas pelo orvalho da compaixão.
Além
dos cubículos trevosos da imperfeição, resplandece a luz do conhecimento,
intensa e bela, todavia exige de nós alinhado aprimoramento para a travessia da
porta de acesso as claridades da sublimação. No seio acolhedor dos abnegados
irmãos de vida eterna, as oportunidades benéficas surgem como luz de
entendimento.
Texto do Livro Degraus da Vida- Rozalia P. Nakahara
DORES DA ALMA
As dores da alma não deixam recados, imprimem uma sentença que perdura pelos anos.
Um amor que acabou mal resolvido... Um emprego que se perdeu inexplicavelmente... Um casamento que mal começou e já terminou... Uma amizade que acabou com traição... Tudo vai deixando sinais, marcas profundas...
Precisamos trabalhar as dores da alma, para que sirvam apenas de aprendizado, extraindo delas a capacidade de nos fortalecermos... Aprendendo que o melhor de nós, ainda está em nós mesmos...
Que amando-nos incondicionalmente descobrimos a autoestima... Que se deixarmos seguir o caminho da dor e da lamentação, iremos buraco abaixo no caminho da depressão.
As dores da alma não saem no jornal e não viram capa de revista... E só quem sente, Pode avaliar o estrago que elas causam.
O que vale é a PREVENÇÃO... Então...
Ame-se para amar E ser verdadeiramente amada.
Sorria para que o mundo seja mais gentil! Dedique-se para que as falhas sejam pequenas...
Não se compare, você é única!
Repare nas pequenas coisas, mas cuidado com as grandes que as vezes estão bem diante do nosso nariz e não a enxergamos...
Sonhe, pois o sonho é o combustível da realização. Tenha amigas e amigos e seja a melhor amiga de todas.
Sinta o seu cheiro e acredite em seu poder de sedução... Estimule-se, contagie o mundo com o seu melhor...
Creia em DEUS!!!
Pois sem ELE não há razão em nada!
E tenha sempre a absoluta certeza de que, depois da forte tempestade.,
O arco-íris vai surgir,
O Sol vai brilhar ainda mais forte.
Por isso, querida amiga linda...
Curta bem o dia de hoje!!
O amanhã, com certeza...
Pertence a DEUS!
SEMEADURA
Sua generosidade chamará a bondade alheia em seu socorro.
Sua simplicidade solucionará problemas para muita gente.
Sua complexidade provocará muita dissimulação no próximo.
Sua indiferença fará manifesta frieza nos outros.
Seu desejo sincero de paz garantirá tranquilidade no caminho.
Seu propósito de guerrear dará frutos de inquietação.
Sua distinção edificará maneiras corretas naqueles que o seguem.
Sua espiritualidade superior incentivará sublimes construções espirituais.
Diariamente, semeamos e colhemos. A vida é também um solo que recebe e produz eternamente.
Chico Xavier - André Luiz
quarta-feira, 2 de julho de 2014
SEPULCRO
O
Sepulcro reserva-nos surpresas inimagináveis. A fé em Deus e o sentimento
divino de amor ao próximo, no plano espiritual, convertem-se em “luz acolhedora”
que nos guia pelos caminhos purificados que nos levam as Esferas Superiores.
A
Benevolência é uma virtude que enobrece o Espírito. Enobrecido, as bênçãos
dadivosas do Plano Divino, auxilia-lhe a compreensão. E ao cruzar a porta do
Sepulcro, amigos bondosos, conduzir-lhe-ão pela senda das bem-aventuranças
eternas.
O
egoísmo que irriga o coração do ser humano, na além-vida, converter-se-á em
lágrimas de tristeza. Os desígnios de Deus não assinalam com sofrimento nem com
angústia o caminho que o homem terá que percorrer. De olhos vendados para o
bem, aprisionaram-se as teias da avareza e da altivez o caminho que ele próprio
escolheu.
O
operário humilde, no plano elevado poderá socorrer o Patrão prepotente.
A
riqueza material, não nos reserva nenhum privilégio para a vida imortal, só a
nobreza do sentimento leva a felicidade e enche-nos de júbilo. Por isso,
devemos seguir os ensinamentos de Jesus, para que, coroados de entendimento
possam auxiliar os sofredores embrenhados nas trevas do padecimento e da
aflição.
Os que
levam impresso na memória a lama da ostentação, quando se veem atolados no
lamaçal da hipocrisia, suplicam por misericórdia uma palavra afetuosa para
suavizar-lhe a angústia asfixiante... Por isso não devemos julgar o nosso
semelhante. O espigão que fere não acende o fulgor do entendimento que nos leva
ao redentor.
Os que
seguem o caminho do mal, a morte do corpo os conduzem as zonas sombrias
do padecimento, cercadas
pelos fios da avareza que eles mesmos teceram.
Perturbados,
não encontram forças para se libertarem. No momento em que o íntimo é
tomado pelo súbito frio, o
pavor do abandono e da solidão os leva aos crivos sombrios, em companhia dos
que no mundo praticaram atividades criminosas. Os erros voluntários e
criminosos do passado, no Túmulo tornar-se-ão tormento consumidor, como
mendigos da inquietação cavam poços abismais do padecimento torturante. Quando
sentem as labaredas do remorso queimar-lhes as entranhas, estampa nos rostos penosa
expressão de amargura e dor. Arrependidos suplicam pelo amor de Deus,
absolvição...
Os
desastres morais de vidas anteriores de reparação difícil, depois do túmulo
envolvem-lhes em forças de padrão vibratório das mais inferiores.
Vítimas
de lembranças dolorosas de outros tempos, afundam no lamaçal das falhas, e o
sentimento acentua-se de maneira terrível, obrigando-os a suplicar Clemência ao
Pai Misericordioso.
Do Livro Aflições da alma - William Eduardo - Rozalia P. Nakahara
quarta-feira, 25 de junho de 2014
PASSAGEM
Ao
atravessar a porta do Túmulo, consternados, observam com atenção os caminhos
sagrados que nos levam as esferas distantes. O pensamento oscilava entre a
memória do passado e o anseio de alcançar as bem-aventuranças da vida eterna,
mas as lágrimas dos que ficaram no mundo, enclausuram-lhes as vibrações
das tempestades amargas da existência física, asfixiando-lhes de forma
terrivelmente dolorosa.
O
choque da morte imprime-lhes na mente, tremenda inquietação, enfileirando-os em
comunidades extensas de baixo padrão vibratório, onde se refugiam falanges
compactas que se aglomeram os que em vida transformou em lágrimas, a alegria do
semelhante.
Por isso, devemos abraçar com louvor as oportunidades do amparo fraterno.
Antes de ajustar a consciência para a revelação divina, se precipitam nas
linhas inferiores. Assistem a dor dos que choram, contudo não lhes compreendem
as lágrimas.
Atormentados e desditosos atravessam a porta do Túmulo, sem perceber que
ali se inicia uma nova jornada. O fim da vida física, trás a volta da lembrança
das falhas cometidas durante a existência. A coroa de flores no túmulo, não
apaga da nossa memória as experiências vividas ao longo da vida. Surpreendidos
pelos turbilhões de pensamentos que se aninham as lembranças do paraíso de
sonhos e fantasias, não percebem a grandeza límpida de o Plano Divino
tremeluzir ante nós.
A dor dos que ficaram na Terra arranca-nos dos olhos lágrimas e o vazio
íntimo sufoca-nos de forma incompreendida. Experimentamos sensações
desconhecidas, mas a fé no Misericordioso auxilia-nos a compreensão na hora do
adeus final.
O amor dos que amamos é a lamparina jubilosa que nos conduz ao encontro
dos que nos aguardam na esfera longínqua. O medo do desconhecido nos deixa angustiado,
e a dolorosa e inarrável saudade avoluma-se-nos o peito. A medida que nos
distanciamos da Terra, o deserto íntimo é preenchido pelo contentamento do
retorno ao mundo espiritual. Nesse momento, as emoções mais profundas, são
acalmadas pelo enternecimento fraterno dos irmãos que nos esperam na vida
eterna.
Na marcha do cortejo fúnebre, o Espírito é tomado por uma profunda
sensação de deserto e tristeza, as lágrimas são inevitáveis. Antes o vasto
panorama Celeste, branco
como neve, compreende que os laços familiares
e de amizades que criara no mundo, não são ensejo de impedimento quando o chamado do
Altíssimo nos convoca a presença na esfera distante.
Com o
fim da existência corpórea, o Espírito renasce para a vida interminável. Consciente,
assistem não só o sofrimento dos que a morte feriu-lhes o sentimento, como
também a alegria dos familiares e amigos espirituais que aguardam pela sua
chegada. Jubilosos, celebram seu retorno à Vida Espiritual. Infelizmente a
recepção calorosa não apaga da memória a saudosa lembrança do afeto dos
familiares, nem o sorriso animador do amigo, a quem confidenciara os anseios do
coração.
Do Livro Aflições da Alma - Rozalia P. Nakahara
sexta-feira, 20 de junho de 2014
ANJOS GURDIÕES
Os anjos guardiães são embaixadores de Deus, mantendo acesa a chama da fé nos corações e auxiliando os enfraquecidos na luta terrestre.
Quais estrelas formosas, iluminam as noites das almas e atendem-lhes as necessidades com unção e devotamento inigualáveis.
Perseveram ao lado dos seus tutelados em toda circunstância, jamais se impacientando ou os abandonando, mesmo quando eles, em desequilíbrio, vociferam e atiram-se aos despenhadeiros da alucinação.
Vigilantes, utilizam-se de cada ensejo para instruir e educar, orientando com segurança na marcha de ascensão.
Envolvem os pupilos em ternura incomum, mas não anuem com seus erros, admoestando com severidade quando necessário, a fim de lhes criarem hábitos saudáveis e conduta moral correta.
São sábios e evoluídos, encontrando-se em perfeita sintonia com o pensamento divino, que buscam transmitir, de modo que as criaturas se integrem psiquicamente na harmonia geral que vige no Cosmo.
Trabalham infatigavelmente pelo Bem, no qual confiam com absoluta fidelidade, infundindo coragem àqueles que protegem, mantendo a assistência em qualquer circunstância, na glória ou no fracasso, nos momentos de elevação moral e naquele outros de perturbação e vulgaridade.
Nunca censuram, porque a sua é a missão de edificar as almas no amor, preservando o livre-arbítrio de cada uma, levantando-as após a queda, e permanecendo leais até que alcancem a meta da sua evolução.
Os anjos guardiães são lições vivas de amor, que nunca se cansam, porquanto aplicam milênios do tempo terrestre auxiliando aqueles que lhes são confiados, sem se imporem nem lhes entorpecerem a liberdade de escolha.
Constituem a casta dos Espíritos Nobres que cooperam para o progresso da humanidade e da Terra, trabalhando com afinco para alcançar as metas que anelam.
Cada criatura, no mundo, encontra-se vinculada a um anjo guardião, em quem pode e deve buscar inspiração, auscultando-o e deixando-se por ele conduzir em nome da Consciência Cósmica.
Tem cuidado para que te não afastes psiquicamente do teu anjo guardião.
Ele jamais se aparta do seu protegido, mas este, por presunção ou ignorância, rompe os laços de ligação emocional e mental, debandando da rota libertadora.
Quando erres e experimentes a solidão, refaze o passo e busca-o pelo pensamento em oração, partindo de imediato para a ação edificante.
Quando alcances as cumeadas do êxito, recorda-o, feliz com o teu sucesso, no entanto preservando-te do orgulho, dos perigos das facilidades terrestres.
Na enfermidade, procura ouvi-lo interiormente sugerindo-te bom ânimo e equilíbrio.
Na saúde, mantém o intercâmbio, canalizando tuas forças para as atividades enobrecedoras.
Muitas vezes sentirás a tentação de desvairar, mudando de rumo. Mantém-te atento e supera a maléfica inspiração.
O teu anjo guardião não poderá impedir que os Espíritos perturbadores se acerquem de ti, especialmente se atraídos pelos teus pensamentos e atos, em razão do teu passado, ou invejando as tuas realizações... Todavia te induzirão ao amor, a fim de que te eleves e os ajudes, afastando-os do mal em que se comprazem.
O teu anjo guardião é o teu mestre e amigo mais próximo.
Imana-te a ele.
Entre eles, os anjos guardiães e Deus, encontra-se Jesus, o Guia perfeito da humanidade.
Medita nas Suas lições e busca seguir-Lhe as diretrizes, a fim de que o teu anjo guardião te conduza ao aprisco que Jesus levará ao Pai Amoroso.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
MENSAGEM
Siga nas veredas do tempo,
mas não se esqueça de que a fé é a porta que leva a redenção maior quando a
primavera da vida não mais florescer.
As flores emurchecem para semear o coração do
solo. A terra prepara com amor o futuro plantio no coração da vida que germinará
em comunhão com o amor, pois todo nascimento é um novo amanhecer, mas nem
sempre o fruto fornece a semente para o novo plantio.
No lago planificado pela
ação, os lençóis da terra são regados pela ação nobre dos Planos Superiores.
Todavia, a realização de um projeto estar na mão do agricultor, porém, antes da
realização do plantio é preciso arar e preparar o campo, para que a colheita
seja abundantemente farta e satisfatória para todos. Os Obreiros da vida eterna
trabalham para a concretização dos projetos realizados com empenho que se assemelha
à tarefa de um discípulo voltado para a fé e a confiança que transmite o
trabalho digno, realizado com amor e devoção.
Na paz do Senhor, o caminho
será sempre iluminado pelas bênçãos protetoras da luz da vida Maior.
A verdade é a única trilha
que levará com segurança no incógnito sagrado do coração, as páginas benditas
da ação que auxiliará o homem a percorrer sem receio, as trilhas da vida.
Confúcio
Psicografado por Rozalia P.
Nakahara – em 03 de Maio/14
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